“Desde que anunciei o fim da banda, tive que abrir mão de convites para tocar no Brasil e exterior, coisas que sempre foram grandes metas nossas. É triste a sensação de perder eventos tão legais por se tratar de algo que não depende só da minha vontade. Apesar de estar triste com a decisão, sinto que foi a mais responsável e justa.”
A Rosie and Me pode se gabar de, em seis anos de carreira, ter deixado um pequeno legado. Musicalmente, um folk curitibanamente cinza, que encontrou na voz especial de Rosanne Machado um megafone. No “réquiem oficial das bandas da cidade”, o da Rosie and Me foi em alto estilo, com um clipe de encher os olhos. Na lição para as que seguem ou passarão a existir, um lembrete: comprometimento e interesse, como deve ser quando você faz parte da vida de outra pessoa. E agora, o que resta? De novo, Rosanne.
“Não existem projetos específicos em que o pessoal esteja envolvido, a não ser pelo Thomas, que toca em algumas bandas gospel. Eu e o baterista continuamos a tocar juntos. Moramos perto um do outro e isso sempre fez parte de nossa rotina. Pessoalmente, só tenho a dizer que gosto genuinamente de tocar. Portanto, não pretendo deixar essa atividade de lado.” Há uma banda a menos em Curitiba.