teatro guaíra
Com balé e orquestra parados, artistas mudam de profissão e acumulam atividades
Por Angela Corrêa
06/03/2017 às 09:47
Ane Adade, bailarina do BTG: “Incrível entrar numa companhia com mais de 40 anos de existência, me parecia inatingível, inabalável”, conta. (Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo) Use este espaço apenas para a comunicação de erros