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A ambição da Vininha

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(Foto: Divulgação)

O curitibaníssimo Vininha planeja saltar das atuais 25 franquias no Paraná e Santa Catarina para 75 unidades até o final do ano. A meta está prevista no planejamento de expansão que tem o objetivo de chegar às 550 lojas em todo o Brasil até 2017. O plano passa pela construção de uma nova fábrica do grupo, a ser viabilizada com um investimento de R$ 15 milhões. O proprietário da rede, Rodrigo Miranda, contou ao repórter Pedro Brodbeck como pretende ampliar as fronteiras dos minissanduíches nos próximos cinco anos.

O que falta para o Vininha chegar a São Paulo?

Esta expansão está no nosso radar desde o ano passado. Queremos inaugurar 50 novas franquias em 2013 e tínhamos um limite operacional de produção dos minissanduíches para realizar essa expansão. Isto foi sanado há seis meses, quando inauguramos nossa primeira fábrica, localizada em Curitiba, e que permite atender 75 unidades da marca.

Vocês atuam no Paraná e Santa Catarina. Ainda há espaço para ampliar a atuação nestes estados?

Sim, ainda acredito que podemos chegar a outras 12 cidades paranaenses e sete catarinenses com novas franquias. De resto, as outras inaugurações de 2013 devem se concentrar em São Paulo. Depois disso, o plano fica ainda mais agressivo, com a expectativa de chegarmos a 155 unidades ao final de 2014, e a 550 em 2017.

Como chegar a esse patamar?

Abrir uma franquia do Vininha é mais barato que investir em outras lojas do mesmo segmento. O investimento varia de R$ 100 mil a R$ 200 mil e o retorno ocorre em até três anos. Do outro lado da cadeia, que é a marca, nós fechamos o ano passado com um faturamento de R$ 7 milhões e a previsão para 2013 é de R$ 20 milhões. A intenção é investir R$ 15 milhões em uma segunda fábrica que permita distribuir os nossos produtos para todo o Brasil. Ainda não sabemos onde vai ser exatamente, mas estamos estudando a melhor localização levando em conta critérios logísticos. O que se sabe é que para tornar a expansão possível, teremos de instalar pelo menos um centro de distribuição em São Paulo para que possamos chegar a outros estados.

* * * * *R$ 1 bilhão

O primeiro bilhão de reais não se esquece. Esse é o resultado obtido em 2012 pela rede paranaense de farmácias Nissei, segundo a diretora Patricia Maeoka. O número é 20% maior que o faturamento de 2011, de R$ 840 milhões. A meta para este ano é manter o crescimento no ritmo dos 20%, com a abertura de mais 30 lojas, todas no interior de São Paulo, onde a marca já estampa a fachada de oito farmácias.

A Nissei surgiu há 26 anos num endereço no bairro Mercês, em Curitiba, e hoje ocupa a posição de sétima maior rede de farmácias do país, pelo ranking da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). As 200 lojas atendem clientes no Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

IR do bem

Os contribuintes pessoa física ainda podem direcionar até 3% do Imposto de Renda devido de 2012 para os Fundos para a Infância e Adolescência (FIA). O prazo previsto na lei 12.594 vai até abril e vale para a declaração completa. Pessoas jurídicas, que declaram pelo sistema do lucro real, podem descontar até 1% do IR devido, mas o prazo terminou em dezembro. Os valores doados aos fundos ajudam a financiar projetos sociais cadastrados pelos conselhos municipais, estaduais e nacional dos direitos da criança e do adolescente.

Um dos caminhos que o contribuinte pode seguir é oferecido pela Rede Marista de Solidariedade, que assina a campanha Imposto de Renda Solidário. As informações estão no site www.impostosolidario.org.br.

No ar

A Escola Paranaense de Aviação (EPA) reinaugurou na sexta-feira a sua escola, em uma área de 5,6 mil m² do Aeródromo de Guaratuba. A estrutura tem um hangar de 1,2 mil m² e quatro aeronaves Cessna 152 para início das atividades, e deve atender à carência do mercado aeronáutico nacional e internacional na formação de pilotos.

Criada há mais de 40 anos, a EPA voou mais de 80 mil horas sem nenhum acidente aeronáutico, e formou mais de mil pilotos, comissários de bordo e mecânicos de manutenção aeronáutica.

Guia

A padaria curitibana Família Farinha foi indicada pelo prestigiado Guia Quatro Rodas 2013 como uma das principais do gênero no Brasil. Ela fabrica mil itens dos 5 mil que vende no bairro Jardim Social, entre eles uma extensa linha de pães produzidos sem pré-misturas ou aditivos. Outro destaque são os doces portugueses, como o pastel de Belém, e o bolo dois amores.

Centro Europeu

A escola de profissões e idiomas Centro Europeu abre em março uma unidade em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Será a 11.ª da rede iniciada em Curitiba, e a primeira na Região Centro-Oeste. Já há franquias em São Paulo e em Santa Catarina.

Dulce no Juvevê

Um novo restaurante abre em fevereiro no Juvevê, bairro da capital situado em uma das regiões que mais têm atraído investimentos imobiliários e gastronômicos. O "Dona Dulce" recebe investimentos de cerca de R$ 500 mil do restaurater Fernando Alves. A casa, especializada em cozinha brasileira contemporânea, terá almoço executivo com sugestão do chef e jantar gourmet, com cardápio.

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