
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) concluiu o último pregão do mês com ganhos moderados e com um giro de negócios bastante estreito. Na semana, o mercado de ações teve valorização de 17,1%, o que não impediu que a bolsa acumulasse seu sexto mês consecutivo de perdas (declínio de 1,77%). O câmbio bateu R$ 2,31 e acumulou avanço de 7,2% em novembro. O termômetro da bolsa, o índice Ibovespa, subiu 1,06% no fechamento e alcançou os 36.595 pontos. O giro financeiro, de R$ 3,13 bilhões, ficou pouco abaixo da média do volume deste mês (R$ 3,80 bilhões).
A ação preferencial da Petrobras, que movimentou R$ 557 milhões, teve valorização de 0,55%. Nesta semana, as ações da estatal sofreram após notícias de que a empresa tomou quase R$ 3 bilhões emprestados dos bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, no auge da crise financeira. A notícia provocou insinuações sobre problemas de caixa da petrolífera.
Rumores
Ontem, no entanto, esses rumores aparentemente não prosperam no mercado. "Houve um certo exagero e alguma politização nessa história. Dois bilhões para a Petrobras é pouco. E também não vejo tanta diferença em ter tomado emprestado do Banco do Brasil e não do Bradesco ou do Santander", comenta Boris Kogan, profissional da corretora Walpires.
Praticamente emendando o feriado de quinta-feira, a Bolsa de Nova Iorque avançou 1,17%.



