As principais bolsas de valores dos Estados Unidos caíram nesta quarta-feira (30) e acumularam forte queda no segundo trimestre. A última sessão de junho foi marcada por baixo volume de negócios. Investidores encontraram poucas razões para exposição a risco diante de dados macroeconômicos conflitantes.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 0,98% nesta quarta-feira, para 9.774 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq caiu 1,21%, para 2.109 pontos. O Standard & Poor's 500 perdeu 1,01%, para 1.030 pontos.
No acumulado do trimestre, o S&P e o Nasdaq despencaram 12%, enquanto o Dow Jones desabou 10%. Preocupações com a dívida soberana e a sustentabilidade da recuperação econômica dos Estados Unidos levaram os agentes a se afastar do pico alcançado no final de abril.
O S&P 500 recuou abaixo dos 1.040 pontos, nível não visto desde fevereiro, abrindo caminho para mais quedas a partir do que analistas técnicos consideram um padrão de preços bastante negativo.
A sessão desta quarta-feira terminou como muitas ao longo do trimestre, com uma onda de vendas mais forte perto do final do pregão, à medida que o apetite por compras se dissipou e investidores venderam as ações de pior performance durante o pior trimestre desde que o mercado desabou devido ao colapso do Lehman Brothers.
"Os investidores basicamente colocaram o 'lixo' de lado", disse Peter Kenny, diretor geral da Knight Equity Markets, em Jersey City, Nova Jersey, referindo-se à aceleração das vendas perto do fechamento.
"Se tivesse havido um pouco mais de alívio, os investidores poderiam ter vendido (as ações) por um preço um pouco mais alto e não teria ocorrido esse tipo de pressão no final do dia."
Fim do ano legislativo dispara corrida por votação de urgências na Câmara
Teólogo pró-Lula sugere que igrejas agradeçam a Deus pelo “livramento do golpe”
Boicote do agro ameaça abastecimento do Carrefour; bares e restaurantes aderem ao protesto
Frases da Semana: “Alexandre de Moraes é um grande parceiro”
Reforma tributária promete simplificar impostos, mas Congresso tem nós a desatar
Índia cresce mais que a China: será a nova locomotiva do mundo?
Lula quer resgatar velha Petrobras para tocar projetos de interesse do governo
O que esperar do futuro da Petrobras nas mãos da nova presidente; ouça o podcast
Deixe sua opinião