O Brasil deixou de ser um dos países mais ativos na proteção de sua moeda. A constatação é de um estudo divulgado ontem: o Ranking da guerra cambial Produzido pela equipe de pesquisa global do britânico HSBC, o levantamento compara 36 moedas e a ação desses países no mercado. De zero a dez, o Brasil ficou com sete pontos na contagem dos mais intervencionistas no câmbio o que lhe rendeu o quarto lugar da lista. O menor esforço do Brasil teria a ver com cotação do dólar por aqui, entre R$ 1,95 e R$ 2,05, e com o custo da intervenção, que pode aumentar a inflação.
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