Além dos 720 douradinenses, a Gazin tem 1.350 funcionários em 124 lojas espalhadas pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Acre. O Paraná, curiosamente, é o que possui o menor número de filiais: apenas três, todas na região de Douradina. "Esse é o ponto: o seu Mário entrou onde as grandes redes varejistas não estão, e teve a visão de trabalhar em um mercado que ia evoluir em função da evolução da agricultura no Centro-Oeste e no Norte do país", avalia o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-PR), Luiz Afonso Cerqueira.
Mas a aposta nas regiões agrícolas também teve efeitos colaterais. No ano passado, devido à crise da agricultura, as receitas cresceram menos que o esperado e os funcionários não receberam o prêmio do "14.º salário", que haviam conquistado em 2003 e 2004. A fim de cortar gastos, quase 230 pessoas foram demitidas. Para este ano, a previsão inicial era de que o faturamento crescesse 8%, passando de R$ 578 milhões para R$ 624 milhões. No entanto, é grande a possibilidade de que, no fim do ano, o valor total seja menor que o de 2005. (FJ)
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