Recentemente, dois grandes provedores anunciaram a expansão da capacidade de armazenamento dos e-mails de seus clientes. O Terra lançou o Gigante, email com 5 GB de armazenamento; já a Globo.com oferece o Globomail Plus, com 10 GB. Há poucos anos, nenhuma caixa postal passava dos 20 MB. A aparição do Gmail, em 2004, mudou o cenário, revolucionando primeiro com 1 GB de armazenamento, pulando logo depois para os 2 GB. Agora, espaço não é mais o único diferencial. O e-mail do futuro – e o futuro já começou – será a conjugação de outros três elementos: simplicidade, segurança e capacidade de migração para dispositivos móveis.

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Hoje, já há mais de 660 milhões de pessoas usando e-mail para se comunicar e, segundo pesquisa da empresa americana Radicati, 135 bilhões de mensagens eletrônicas são trocadas por dia. Se já é complicado gerenciar tanta informação circulando através da internet convencional, imagine quando forem incluídos, nesta soma, os usuários de telefone celular que, não restam dúvidas, também passarão a checar as caixas postais através de seus aparelhos.

Não foi só oferecendo mais espaço que o Google revolucionou os serviços de envio e recebimento de mensagens eletrônicas: o Gmail é um marco devido à simplicidade e a recursos avançados como a presença de pesquisa interna dentro da caixa postal. O Google Mail também foi construído baseado na nova filosofia da internet: criar aplicativos web que se assemelhem aos usados dentro do micro, como Outlook, Eudora ou ThunderBird (do Firefox).

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