Responsável por 10% da produção nacional de suínos e com 3,5 mil suinocultores integrados, a Sadia deve lançar seis projetos de redução das emissões de metano, pela instalação de biodigestores tanques fechados para a fermentação de dejetos, onde o gás formado no processo é queimado, evitando as emissão atmosférica. A expectativa da Sadia é negociar 10 milhões de toneladas em créditos de carbono no período de dez anos.
O primeiro projeto da empresa vai atender três granjas em Toledo, no Paraná, e uma em Faxinal dos Guedes, em Santa Catarina. Como a burocracia e os altos custos dificultam o acesso dos pequenos suinocultores aos créditos de carbono, para colocar em prática os projetos o Instituto Sadia de Sustentabilidade criou um fundo com recursos de US$ 1,5 milhão. Porém, o investimento total deverá chegar a US$ 30 milhões.
A Sadia estima que a venda dos créditos de carbono poderá render US$ 70 milhões. (MG)
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