O saldo líquido de empregos formais gerados em setembro foi de 150.334, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado é fruto de admissões de 1,664 milhão de empregados com carteira assinada e desligamentos de 1,514 milhão de pessoas.
O volume ficou dentro do intervalo das estimativas de 16 analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções, de 120.000 a 220.000 vagas com carteira assinada e abaixo da mediana, de 167.500 postos formais.
No acumulado do ano até setembro, o saldo liquido de empregos ficou em 1.574.216.
Pior desempenho
A geração de empregos formais no país em setembro foi a pior para o mês desde setembro de 2002, informou o Ministério do Trabalho e Emprego, através do Caged (Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados), publicado mensalmente. Foram criadas 150.334 vagas com carteira assinada no mês passado, uma redução de 28% em relação ao mesmo mês de 2011 (209.078). Em relação ao total de vagas no mês anterior, houve um crescimento de 0,39% em setembro.
No acumulado do ano, a expansão do nível de emprego atinge 4,15%, um aumento de 1.574.216 postos de trabalho, enquanto nos últimos 12 meses houve uma expansão de 3,68%. Esse saldo foi resultado de 1.664.747 admissões e 1.514.413 desligamentos, o segundo maior volume para o período.
Setores
Segundo o estudo, praticamente todos os setores tiveram expansão do nível de emprego no mês, com exceção de agricultura, que teve um recuo de 1,13% no período, equivalente a cerca de 19 mil vagas.
Apresentaram expansão a indústria de transformação (0,80%), o setor de serviços (0,35%), o comércio (0,42%) e o setor de construção civil (0,33%).Além disso, todas as regiões apresentaram expansão no número de vagas, com Nordeste somando 71 mil postos postos, Sudeste somando 43 mil, Sul com expansão de 24 mil, Centro-Oeste aumentando em 5.414 e Norte com 5.194 postos a mais.
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