Fêmea de chimpanzé com filhote: "assassina por natureza" ou por graça das circunstâncias?| Foto: Reuters/Arquivo

O grupo Renault vendeu 208,6 mil veículos em todo o mundo no mês passado, o que representa uma queda de 4,8% em relação aos 219,2 mil carros vendidos em abril de 2006. O resultado foi causado pelo recuo de 9,7% na Europa, que concentra quase 70% do mercado da montadora. A Renault informou que o desempenho no continente europeu – onde prepara o lançamento de novos modelos – já era esperado. Na Ásia e na África, a queda foi de 8,8%.

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Os números foram positivos apenas nas regiões "Euromed" – grupo de 28 países com baixa presença da montadora – e América Latina, onde o avanço de 24,7% foi o principal responsável pelo aumento de 7,4% obtido pelo grupo francês fora do continente europeu. Criticado pela queda das vendas globais, o brasileiro Carlos Ghosn, presidente do grupo, reforçou recentemente que a meta é elevar a margem de lucro de 3% para 6% até 2009, mesmo que o faturamento caia.

No acumulado de janeiro a abril, as vendas mundiais do grupo – que reúne as marcas Renault, Samsung e Dacia – caíram 4,1% (veja tabela). Também nesse caso, o melhor desempenho é o da América Latina, com alta de 27%. O Brasil é o protagonista desse resultado: de acordo com a Anfavea, a associação do setor, as vendas da Renault subiram 50% no mês passado (os números internos da montadora indicam 41,9%) e 36,5% de janeiro a abril. A fatia de mercado da marca, que era de 2,9% no ano passado, subiu para 3,2%. Longe, portanto, da meta de 6% de participação estabelecida para 2009 – que dependerá do desempenho do Logan, sedã produzido na fábrica de São José dos Pinhais, com lançamento previsto para julho.

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