Tanto a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) quanto a Universidade Federal do Paraná (UFPR) atribuem a boicotes as baixas notas de alguns cursos das instituições no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), divulgado na quarta-feira (08). A PUC-PR teve três cursos entre os piores do Paraná e a UFPR cinco.
Segundo o diretor de Estudos e Avaliações da Pró-reitoria Acadêmica da PUC-PR, Paulo Mussi, o problema não é do curso. "O boicote foi contra o sistema de avaliação. É ideológico. Em outros indicadores, nos dão nota máxima", afirma, se referindo às avaliações feitas pelo Ministério da Educação (MEC) em quesitos como: projeto pedagógico, qualificação do corpo docente e infra-estrutura.
Por equívoco, citamos o curso de Filosofia da PUC entre os piores do estado, quando na verdade ele alcançou média 5. O curso de Engenharia de Produção Mecânica não foi avaliado por não ter novas turmas, depois de ter sido desmembrado em dois: Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção.
De acordo com o reitor da UFPR, Carlos Augusto Moreira Júnior, existe muita controvérsia quanto ao Enade. No entanto, "como toda a ferramenta, ela depende do uso que se faz. O que não pode é deixar de ter a avaliação", afirma.
O Enade, que substituiu o Provão, avalia tanto os alunos que ingressam nas universidades quanto os que saem. O exame de 2005 contou com a participação de 277 mil estudantes de 20 áreas do conhecimento diferentes.
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