A Câmara dos Deputados tentou votar hoje (8) o Plano Nacional de Educação (PNE), mas a comissão especial que analisa o projeto adiou a votação do parecer do relator Angelo Vanhoni (PT-PR) para as 13 horas de amanhã (9).

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O PNE estabelece metas para a educação, a serem cumpridas nos próximos dez anos. Entre as diretrizes estão a erradicação do analfabetismo e a universalização do atendimento escolar. O plano também destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação – atualmente são investidos no setor 5,3% do PIB.

A comissão já extrapolou a previsão inicial de votação, que era até meados do mês passado. Agora, a expectativa é que o plano seja votado até o fim do mês. O projeto ainda tem que passar pelo plenário da Câmara e a previsão é que, em maio, seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

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"Queremos que o PNE seja votado, pois quanto mais próximo das eleições [em outubro], mais complexo. Outros assuntos vão ganhando espaço na pauta do plenário", diz o presidente da comissão, Lelo Coimbra (PMDB-ES). O assunto, segundo ele, ainda precisará de tempo para debate no plenário. "O PNE não vai chegar redondo, ainda vai precisar ser discutido".

Outra sessão já foi convocada para amanhã (9). Caso o PNE seja votado, poderá ser encaminhado ao plenário na quinta-feira (10).