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Técnico Fabiano Soares preferiu não comentar sobre o conflito entre a torcida e a diretoria. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Técnico Fabiano Soares preferiu não comentar sobre o conflito entre a torcida e a diretoria.| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

Os protestos da torcida do Atlético, antes do jogo contra o Atlético-MG do lado de fora da Arena da Baixada e após a derrota por 2 a 0, foram assuntos evitados por técnico e jogadores atleticanos neste domingo (1º).

A torcida atleticana reclama das privações impostas pela diretoria dentro do estádio. São proibidas entradas de organizadas, bandeiras, faixas, além do clube ter elevado o valor dos ingressos e do plano de sócios e implementado a biometria em todos os setores da Baixada.

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Na praça em frente ao estádio, a torcida protestou com xingamentos ao presidente licenciado do Conselho Deliberativo, Mario Celso Petraglia, e ao presidente Luiz Sallim Emed. As criticas também foram repetidas ao final da partida dentro da Arena.

Perguntado sobre o assunto, o treinador Fabiano Soares não se manifestar. “É um assunto para a direção. Eu tenho os meus problemas aqui dentro para resolver”, resumiu Soares.

Questionado, o lateral-direito Jonathan também se esquivou de falar sobre os protestos da torcida. “Essa pergunta deve ser feita para a diretoria”, disse o atleta.

Jonathan também aproveitou para dizer que não existe pressão no Rubro-Negro com a fase instável da equipe. Nos últimos seis jogos, foram três derrotas, dois empates e apenas uma vitória.

“Ainda faltam 12 jogos para acabar o campeonato. Não podemos nos pressionar, nem por nós mesmos e nem pela imprensa. Não podemos duvidar dos nossos companheiros. Tem equipes que estão em situação pior que a nossa na tabela e não estão pressionadas”, avaliou Jonathan.

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