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O Palmeiras não deu mais chance para o azar e conseguiu a reabilitação ur­­gente, goleando o Goiás em noite mágica de Obina, indicado por Vanderlei Luxemburgo.

Manteve-se na liderança e ainda foi beneficiado pelas derrotas de Atlético Mineiro, Internacional e Flamengo. Mas ficou com o São Paulo na cola.

A animação é geral na reta de chegada, não só na luta pelo título máximo, mas na corrida pelas vagas na Taça Libertadores.

O líder jogará com o Corin­­thians e o vice-líder enfrentará o Barueri. Aparentemente a tarefa do São Paulo seria mais fácil, porém o Ba­­rueri tem derrubado gente grande pelo caminho e o Palmeiras teve de le­­var o clássico para o interior. Tu­­do por causa da briga dos cartolas que resultou no afastamento de Co­­rinthians e Palmeiras do Mo­­rumbi.

O derby paulista não seria muito mais bonito no Morumbi do que no acanhado estádio de Presidente Prudente?

Na turma de baixo a briga esta esquentando, pois até o Flumi­nense voltou a somar pontos. Todo cuidado é pouco.

Atletiba

Longe da pressão da torcida na Arena da Baixada, onde invariavelmente tem jogado mal, o Atlético tentará a recuperação em Florianópolis. O maior drama dos jogadores atleticanos na Arena da Baixada, especialmente os juniores que subiram neste ano, é quando a torcida se enerva e começa a pedir ra­­ça. Esta é a senha para desestabilizar os jogadores que, na ânsia de mostrar raça – o que, aliás, não tem faltado em ne­­nhum momento – atropelam as coisas e começam a errar passes e a cometer equívocos primários. A torcida rubro-negra e o time precisam entrar num acordo para tirar proveito do mando de campo.

O Avaí, que realiza boa campanha, também correrá atrás da recuperação.

Amanhã, no Alto da Glória, será a vez de o técnico Ney Franco mostrar uma nova escalação tendo em vista a confusão que se verificou anteontem, no Recife. A simples volta de Marcelinho Paraíba já servirá para recolocar as coisas nos devidos lugares, mas não custa nada a definição entre Pereira e Dirceu, entre Ângelo e Márcio Gabriel e se Renatinho merece ser titular de uma vez por todas.

O Coxa necessita vencer em casa para afastar-se do incomodo rebolo na zona do rebaixamento.

O Vitória, que teve altos e baixos no curso do campeonato, perdeu no Barradão, o que não é comum, e certamente virá atrás dos pontos.

Paraná

O ABC é o adversário do Paraná na noite de hoje. Até aí nada de novo. A novidade fica por conta do fato de o técnico Roberto Cavalo – que ganhou a confiança dos jogadores e da torcida – ter obtido melhor saldo fora de casa do que quando joga na Vila Capanema.

Diante dos fatos, não custa nada o torcedor tricolor esfregar as mãos, refestelar-se na poltrona e curtir o jogo que po­­de levar o Paraná mais para ci­­ma na classificação.

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