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O grande problema da seleção brasileira de Luiz Felipe Scolari ao encontrar fortes marcações como a de ontem do México é não ter diferentes alternativas táticas para mudar o panorama da partida. O treinador até mexe na equipe, mas muda muito pouco a forma de jogar.

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Nos campos abaixo, o time que começou jogando e o da maior parte do segundo tempo. Com a lesão de Hulk, houve uma mudança na formação titular. Ramires entrou pela direita (primeiro campo), mesma faixa de campo na qual o atacante costuma jogar, porém, como tem características mais defensivas, normalmente se posicionou um pouco mais atrás – o que fortaleceria também a marcação na lateral direita, setor de Daniel Alves, muito falha contra a Croácia.

Mas o time perdeu ofensividade e Felipão decidiu trocá-lo por Bernard no intervalo. O substituto entrou pela ponta esquerda, Neymar foi para o meio e Oscar para a direita (segundo campo) – exatamente o mesmo posicionamento da partida anterior, com Hulk no lugar de Neymar, ou seja, de pleno conhecimento do treinador mexicano Miguel Herrera. O adversário seguiu marcando bem e o Brasil com dificuldades para criar jogadas.

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Felipão ainda fez a famosa mudança seis por meia dúzia ao tirar Fred e colocar Jô. E bem no fim ainda trocou Oscar por Willian, sem tempo para o substituto mostrar serviço, mas que também não mudaria a cara tática da equipe.

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