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Escalar o quarteto ofensivo Marcos Guilherme, Marcelo, Douglas Coutinho e Éderson no Atlético não é apenas coragem do técnico Doriva. Se o critério for colocar em campo os melhores jogadores à disposição, passa a ser uma escolha lógica. Com a entrada de Marcelo, recuperado de lesão, no lugar do meia Bady, o Furacão ganhou um jogador com grande poder de decisão e que combina bem mais com o estilo de correria e movimentação da equipe.

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No campo abaixo, a formação do jogo contra o Criciúma. Marcelo e Douglas Coutinho se posicionam abertos pelos lados, mas não ficam presos no esquema e aparecem várias vezes na área para finalizar. Tanto que foram os autores dos gols da vitória por 2 a 0. Sem o faro de artilheiro do ano passado, Éderson, mais à frente, tem ajudado mais por abrir espaços e preparar jogadas. Marcos Guilherme vem de trás para se juntar ao trio.

Esse time é talhado para se dar bem em três situações: quando encaixa a marcação pressão na saída de bola adversária, quando o adversário parte para cima, como fez o desesperado Flamengo na penúltima rodada – jogo no qual Bady começou e Marcelo entrou no segundo tempo –, e quando consegue acelerar para cima de adversários fechados, como no início do segundo tempo da partida contra o Criciúma, momento no qual saíram os dois gols.

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No primeiro tempo, enquanto o time catarinense marcava bem, havia ficado claro o principal problema deste estilo de jogo: a falta de um armador para pensar o jogo e criar formas de entrar na defesa.

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