
Dada como certa desde sexta-feira, a contratação de Lucas di Grassi pela Virgin Racing foi confirmada ontem, com a apresentação oficial da escuderia. O brasileiro correrá ao lado do alemão Timo Glock, da Toyota. Outro piloto do país, Luiz Razia, e o português Álvaro Parente serão os responsáveis pelos testes. "O segredo mais mal guardado da F-1", brincou a própria escuderia na oficialização dos pilotos.
Di Grassi já traçou seus planos para seu primeiro ano na categoria. Ele afirmou que pretende mostrar competitividade e fazer da equipe a melhor estreante.
"Eu sei que a chance de a Virgin ser bem sucedida é algo para médio ou longo prazo. Então, talvez em três ou cinco anos essa possibilidade aumente. Acho que este é o prazo para uma equipe começar a ganhar corridas, mas nunca se sabe. Nossa referência para o ano de estreia são as equipes novas, que construíram o carro partindo do zero", afirmou Di Grassi.
Sobre seu desempenho individual, lembrou que já competiu com grande parte dos pilotos que estão na Fórmula 1. "Fui companheiro de Buemi na GP2 em 2007, briguei com o Glock pelo título naquele mesmo ano. Também corri contra Kubica, Vettel, Lewis (Hamilton) e Rosberg na F-3. E sempre no mesmo nível", disse.
O baiano Razia também mostrou-se empolgado com a chance na Virgin. "É muito emocionante. É um sonho fazer parte desta nova equipe".
Schumacher
O chefe executivo da Mercedes GP, Nick Fry, disse que o retorno de Michael Schumacher à F-1 seria um importante reforço para sua equipe. No entanto, o dirigente disse que conversa com outros pilotos, caso o alemão desista de correr em 2010 ou as negociações fracassem.
"(O possível retorno de Schumacher) seria benéfico. A perspectiva de dentro da F-1 é a de que todos esperam que aconteça", falou Fry.
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