O temor de atentados terroristas não se confirmou e a Olimpíada de Inverno mais cara da história termina hoje, às 13 horas (de Brasília), com a cerimônia de encerramento em Sochi. Passadas duas semanas, os resultados das provas deixaram questões políticas em segundo plano. Os três últimos ouros serão decididos antes da festa de encerramento: os 50 km cross country masculino, o bobsled masculino para quatro atletas e o hóquei masculino, com o embate na decisão entre Canadá e Suécia.
A atuação mais notável veio com o biatleta norueguês Ole Einar Bjoerndalen. Aos 40 anos, ele se tornou o mais velho medalhista da história dos Jogos de Inverno, com o ouro no revezamento misto de 10 km. Tornou-se, ainda, o atleta com o maior número de medalhas conquistadas na competição, com 13 oito ouros, quatro pratas e três bronzes.
A competição teve suas contestações de resultados. O ouro de Adenila Sotnikonova, de 17 anos, na patinação artística individual, levou fãs do esporte a criarem um abaixo-assinado na internet, que já reúne mais de 1 milhão de adeptos, para que o resultado seja revisto. Para eles, a vitória foi da sul-coreana Yuna Kim.
Com três ouros na patinação em velocidade, Viktor Ahn também foi pivô de polêmica. Em 2006, em Turim, ele ganhou três provas para a Coreia do Sul, seu país de origem. Reapareceu em Sochi sob a bandeira da Rússia, após assinar contrato válido entre 2011 e 2014. Garantiu boa parte das medalhas dos anfitriões.
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Encerramento dos Jogos, às 13 h, na Band, BandSports e SporTV.
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