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Mais do que o bizarro regulamento do supermando, a herança de dívidas da gestão de Onaireves Moura é a principal responsável pela imagem negativa da Federação Paranaense de Futebol (FPF). Pelo menos essa é a análise do presidente da entidade, Hélio Cury.

O balanço de 2009 apresentou um superávit de R$ 700 mil. Ou seja, a FPF, em 2008, lucrou R$ 74,5 mil. O crescimento veio nas receitas, o fluxo de caixa subiu de R$ 726 mil para R$ 1,38 milhão. "São receitas diversas, isso mostra a credibilidade da entidade perante os clubes. Não houve aumento nos valores das taxas, o que acontece é que os clubes participam mais da gestão", disse o dirigente, por telefone à Gazeta do Povo.

Mesmo assim, a dívida da FPF cresceu para 22,6 milhões. Segundo o balanço, esse valor é reflexo dos 18 processos que o departamento jurídico já considera perdido. "Mais isso é um problema dos anos desastrosos da administração anterior (os mais de 20 anos de Onaireves Moura na presidência). Se eu tivesse pego a Federação de outro jeito, nós poderíamos até ajudar nossos filiados", garantiu.

A entidade, de fato, carrega dívidas antigas. Uma delas é referente ao Pinheirão, cujo valor atualizado se aproxima de R$ 18 milhões, ainda dos tempos em que o Atlético mandava seus jogos na praça esportiva da Federação.

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