O diretor superintendente do Atlético, Dagoberto Santos, não trabalha mais no clube. A saída do dirigente foi definida na sexta-feira (11), dois dias antes da final do Paranaense. Segundo ele, que estava no CT do Caju desde a eleição do presidente Mario Celso Petraglia, no fim de 2011, a despedida aconteceu porque seu contrato não foi renovado.
"Respeito a decisão do Celso [Petraglia], somos amigos. Entendemos que era o melhor para o clube no momento, coisa normal. Deixo o Atlético com as portas abertas, da mesma forma que entrei", afirmou Santos, em entrevista à Gazeta do Povo.
Em seu período no clube, Santos também acumulou a função de diretor de futebol, logo após a saída de Sandro Orlandelli. O feito mais importante do dirigente foi conseguir o acesso à Série A.
"O balanço que faço é a sensação de dever cumprido. Levamos o clube à classificação, assumi esse sacrifício, acumulei as funções e chegamos onde chegamos", declarou.
Como Antônio Lopes retornou ao Atlético como diretor de futebol para iniciar o trabalho da atual temporada, Dagoberto Santos voltou à sua tarefa normal de superintendente. De acordo com ele, a situação - e a consequente perda de espaço no clube - não teve relação com sua saída.
"Ele é um profissional reconhecido. De jeito nenhum tivemos problemas. Tenho o máximo respeito e admiração por ele, que tem condição de continuar o bom trabalho", completou.
Boicote do agro ameaça abastecimento do Carrefour; bares e restaurantes aderem ao protesto
Cidade dos ricos visitada por Elon Musk no Brasil aposta em locações residenciais
Doações dos EUA para o Fundo Amazônia frustram expectativas e afetam política ambiental de Lula
Painéis solares no telhado: distribuidoras recusam conexão de 25% dos novos sistemas
Deixe sua opinião