
As duas tranquilas finalizações para os gols do Atlético passam a falsa impressão de uma partida fácil para Marcos Guilherme na Ressacada. Para determinar a vitória por 2 a 1 sobre o Avaí, neste sábado (25), o meia precisou conviver com as dores no ombro direito, machucado no primeiro tempo do jogo contra o Fluminense (12/7). Lesão que o tirou não só do duelo com o Flu, mas também no confronto seguinte, contra a Chapecoense.
“Ainda estou com dor, mas o pessoal está me ajudando a recuperar. Tenho que enaltecer o trabalho deles [departamento médico], que fizeram eu me recuperar mais rápido”, comemorou o meia, maior finalizador do Atlético na partida, com quatro arremates, e maior passador do jogo. Foram 45 passes e – detalhe – nenhum errado.
Números que colocam Marcos Guilherme como o mais importante dos seis garotos escalados por Milton Mendes em Florianópolis. Do time que começou a partida, o lateral-esquerdo Sidcley, os volantes Otávio e Hernani, o meia Bruno Mota e o atacante Cryzan também são egressos das categorias de base.
“A vitória é para celebrar a união do grupo, com a ‘molecada’ da base entrando bem e ajudando”, disse o meia, ajudado decisivamente por dois “moleques” para os seus gols. O primeiro teve assistência de Cryzan; o segundo, foi no rebote de finalização de Otávio.
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