Ninguém confirma na Vila Capanema, porém o clube chegou a investigar internamente a derrota para o Sport na Série B de 2011 (3 a 0, na Ilha do Retiro). Houve a suspeita que alguns jogadores aceitaram uma compensação financeira para facilitar o jogo. No mesmo "inquérito", com apuração inconclusa ainda, o time teria aceitado dinheiro do mesmo Sport para vencer o Bragantino.
Na ponta do lápis
O presidente da Federação, Hélio Cury, explicou na festa de lançamento do Estadual, o cálculo que fez para chegar aos R$ 30 mil exigidos ao Coritiba para ceder o Couto Pereira ao Atlético. O valor foi baseado no borderô do Alviverde no último Paranaense. Seria a quantia média líquida arrecadada por partida.
Negociação frustrada
Cury ainda criticou a pedida do Paraná para ceder a Vila Capanema R$ 120 mil por jogo. Para ele, a metade do valor estaria de bom tamanho para satisfazer paranistas e rubro-negros.
Mineiro clássico
Descrito como "na dele", Lincoln deixou claro que não gosta muito de dar entrevistas. No entanto, durante o amistoso contra o ABC, na terça-feira, em Foz do Iguaçu, o reforço coxa não escapou. Substituído no intervalo, assistiu ao segundo tempo da arquibancada e não conseguiu escapar dos microfones dos repórteres, que improvisaram uma entrevista no meio da torcida.
Ida e vinda
No Tricolor, a chegada de Ricardinho quase foi ofuscada pela limpa administrativa que a diretoria paranista decidiu fazer no mesmo dia do anúncio do novo técnico. De uma vez só, dois funcionários do departamento de futebol foram mandados embora.
Buscaram a Luíza
Mais falada do que a contratação de Ricardinho, Luíza (que já está no Brasil) não passou despercebida nem no jogo entre Brasil e Paraguai, pelo Sul-Americano feminino sub-20. "Ei juíza, vai buscar a Luíza", gritavam os torcedores que compareceram à Vila Capanema na sexta-feira.
Chute torto
Hospedados em um resort de luxo, os jogadores do Coxa não estão apenas suando a camisa durante a pré-temporada em Foz. Além de visitas ao Paraguai e à Argentina, os atletas desfrutam do hotel. Em uma joalheria do local, um colar de ouro chamou a atenção. Nas apostas de quanto custaria a peça, R$ 4 mil foi o chute mais alto. Longe disso: R$ 160 mil.
Colaborou: Adriana Brum e Robson Martins.
Deixe sua opinião