A ausência da seleção feminina de goalball - esporte praticado por cegos - da Argélia nas duas primeiras partidas da Paralímpiada Rio-2016 será investigada por um comitê especial do Comitê Paralímpico Internacional (CPI). Alegando dificuldades para viajar, a equipe só chegou ao Rio na madrugada deste domingo (11). Ou seja, as argelinas perderam por WO para os Estados Unidos sexta-feira (9) e para Israel sábado (10).
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“O CPI seguirá investigando por que mais de 4.300 outros atletas conseguiram chegar a tempo aos Jogos e as cinco atletas e dois técnicos da equipe feminina de goalball da Argélia teve tantos problemas”, afirma o comunicado emitido pelo CPI. “Se encontrarmos uma prova definitiva de que trata-se de qualquer coisa além de má sorte com viagens, o CPI estará em posição para tomar medidas relevantes”, conclui.
Já o chefe de mídia do CPI, Craig Spence, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, subiu o tom na crítica à Argélia. “A Polônia não é um lugar tão ruim para se deslocar de avião. Há outros aeroportos perto que oferecem voos ao Brasil, como o de Frankfurt”, enfatiza. “Em seis dias é possível vir para o Rio de navio, dentro de um contêiner”, prossegue o representante do CPI.
Judoca
Protestos políticos são proibidos nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.
Na Olimpíada, um judoca egípcio Islam Shehaby rompeu o protocolo ao se negar a estender a mão ao oponente israelense Or Sasson. O judoca africano chegou a ser vaiado pela torcida na Arena Carioca 2 e mesmo assim não deu a mão ao oponente.
O lutador foi enviado de volta para casa pelo Comitê Olímpico do Egito logo após a luta com o israelense. Já o Comitê Olímpico Internacional condenou o comportamento de Shehaby, mas não pôde aplicar nenhum tipo de sanção, já que as regras do judô não obrigam os lutadores a apertar a mão um do outro após a luta - eles têm apenas que se cumprimentar com um aceno de cabeça.
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