A chance de a máfia do apito resultar a criação de uma nova CPI do futebol em Brasília é remota. Quem garante são parlamentares paranaenses que participaram das comissões que, em 2000 e 2001, investigaram irregularidades no futebol brasileiro na Câmara e no Senado. "Hoje a Câmara vive uma conjuntura muito difícil para esse tipo de investigação. Por isso estamos pedindo que o caso seja investigado pela CPI dos Bingos", afirma o deputado Dr. Rosinha (PT), que participou da apuração de irregularidades no contrato entre a CBF e a Nike, cujo relatório foi derrubado pela bancada da bola. "Mas o futebol brasileiro precisa de uma CPI permanente até colocar tudo em ordem. O Corinthians, por exemplo, é controlado por uma máfia", acrescentou.
O senador Álvaro Dias (PSDB), presidente da CPI do Futebol, considera inviável a abertura de uma nova frente de investigação. Para ele, apenas os proprietários dos sites Aebet e Futbet devem ser chamados para depor.
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