A vaga na final do Paranaense e dois tabus quebrados, este foi o saldo do técnico Zetti após o jogo com o Atlético. Com a vitória de ontem, o treinador triunfou pela primeira vez em um clássico no comando do Paraná. Além disso, foi sob a batuta do ex-goleiro que o Tricolor superou pela primeira vez o rival na Kyocera Arena, desde a inauguração do estádio, em 1999.
Seria sorte? O treinador paranista garante que não. Segundo ele, tudo foi treinado durante a semana, portanto estava no programa. "Aconteceu exatamente aquilo que eu tinha pedido para a equipe. Tenho de ressaltar a presença do Renan, porque deu liberdade para que o Alex e o Vinícius Pacheco avançassem com qualidade ao ataque", exalta.
Se Zetti elogia a postura dos seus comandados, os atletas também enaltecem o trabalho de seu comandante. "Ele é como um pai para nós jogadores. A experiência que ele conquistou jogando e vencendo duas Libertadores e uma Copa do Mundo é essencial para o sucesso do Paraná de hoje", afirma o meia Dinélson.
Depois da noite vitoriosa na Arena, o técnico vai precisar quebrar a cabeça para montar o time que jogará a primeira partida da final do Estadual com o Paranavaí, no interior. Zetti terá que encontrar substitutos para os zagueiros Daniel Marques e Neguette, suspensos pelo terceiro cartão amarelo; o capitão Beto, expulso no clássico; e o atacante Vinícius Pacheco, que deixou o campo lesionado.
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