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José Dumont na pele do retirante Deraldo, que é confundido com um criminoso | Divulgação/Raiz Filmes
José Dumont na pele do retirante Deraldo, que é confundido com um criminoso| Foto: Divulgação/Raiz Filmes

O presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP), Mauro Nardini, sabe bem o que é viver em uma cadeira de rodas e sem condições adequadas para se locomover. Há sete anos sofreu um acidente de carro e ficou paraplégico. Ainda durante o período de recuperação comprou uma casa no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba. "Escolhi a casa porque ela já tinha corredores e portas largas, com 90 e 80 centímetros, respectivamente. Mas tive que fazer adaptações na entrada, no acesso ao quintal e no banheiro", conta Nardini.

O banheiro, cuja reforma custou R$ 4 mil, foi a mudança mais significativa para ele. "Antes usava o banheiro social, no qual cheguei a cair duas vezes e me machucar bastante. Hoje, com uma suíte adaptada ao lado do quarto consigo fazer tudo sozinho", diz ele. No banheiro, instalou barras de apoio no boxe, ao lado e acima do vaso sanitário, além de acesso por uma porta de correr.

Segundo Nardini, o início da adaptação na cadeira de rodas depende também de adequações em casa, mas principalmente de força de vontade. "Com o passar do tempo você vai vendo que pode fazer algumas tarefas."

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