Presidente Cristina Kirchner participou de cerimônia em homenagem aos soldados argentinos mortos na Guerra das Malvinas| Foto: Reuters
Argentino veterano da guerra das Malvinas exibe tatuagem das ilhas no braço
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A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, voltou a criticar a Grã-Bretanha nesta sexta-feira (2). Ela disse que, apesar de ter assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas, o país não respeita as decisões da Organização das Nações Unidas (ONU) referentes às Ilhas Malvinas. A presidente referia-se à decisão do Comitê de Descolonização da ONU que exige uma saída negociada na disputa territorial entre os dois países.

Cristina Kirchner presidiu em Ushuaia, capital da província da Terra do Fogo, ato cívico que lembrou os 28 anos da Guerra das Malvinas, ocorrida entre 2 de abril a 14 de junho de 1982 e que resultou na vitória da Grã-Bretanha.

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Segundo a Telam, agência de notícias da Argentina, a presidente disse que as reclamações do país referentes às Malvinas são e continuarão sendo feitas dentro dos limites do direito internacional. "Não tragam de volta os fantasmas do passado. Não queremos tomar as Ilhas Malvinas militarmente."

Cristina Kirchner afirmou, referindo-se à Grã-Bretanha, "que esta velha potência colonial precisa entender que esta presidente e a sociedade argentina não podem ser vistas pelo mundo como uma ameaça bélica".

Em fevereiro, a tensão entre ambos os países se intensificou após a divulgação de intenções da empresa Desire Petroleum de começar a realizar explorações petrolíferas nas ilhas.

Durante cúpula do Grupo do Rio, a Argentina conquistou apoio de líderes latino-americanos e do Caribe em sua posição contrária à exploração de petróleo nas ilhas.