Cabul – Pelo menos 45 rebeldes talebans morreram em vários ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos na província de Uruzgan, no sul do Afeganistão. Morreram também em combate dois militares da força internacional, quando patrulhavam uma região da província de Kunar, leste do país, de acordo com um comunicado militar divulgado ontem.

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Um comandante taleban da região de Kandahar, no sul do Afeganistão, chefe de 150 rebeldes, decidiu depor as armas e se unir ao governo do presidente Hamid Karzai, anunciou a coalizão também ontem.

O mulá Ibrahim, apelidado de "mulá coxo", por ter apenas uma perna, anunciou sua adesão ao programa de reconciliação nacional. O ex-chefe militar taleban negou ter participado da rebelião que teve início após a queda do regime talibã, em novembro de 2001. "Eu me uni ao programa de reconciliação nacional porque vejo que, em Cabul, há um governo islâmico", explicou o mulá, de 45 anos.

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Segundo a coalizão, ele era um comandante taleban de hierarquia média, que tinha sob suas ordens de 100 a 150 rebeldes no distrito de Panjway, a 30km de Kandahar, capital provincial, onde era igualmente influente.

Noruega

Na Noruega, 120 afegãos que faziam greve de fome em frente à Catedral de Oslo foram despejados do local, onde estavam protestando há mais de três semanas por causa do plano do governo norueguês de deportá-los. Ninguém foi preso, e alguns tiveram de ser levados para o hospital.

O governo ordenou a deportação de uma parte de 2 mil afegães que procuravam asilo no país, após uma tentativa de pagá-los para sair do país falhou.