Em 180 dias, as petroleiras privadas terão de vender 51% de suas ações ao governo boliviano. Esta é a principal imposição de toda a reforma legal, uma vez que as empresas não têm opções: ou vendem 51% e continuam como sócias minoritárias, ou saem de vez do negócio. É através do controle acionário que o governo boliviano pretende dominar da produção à comercialização dos hidrocarbonetos.
O grande problema é justamente o preço que o governo boliviano vai pagar por essas ações. Antes de qualquer pagamento, as empresas devem passar por auditorias financeiras e técnicas. Informações oficiais adiantam que a existência ou não de equipamentos especificados serão pontos-chave na discussões de preços. Ou seja, o governo pode alegar que os equipamentos não atendem às descrições para a baixar o valor das ações.
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