Em Havana há carros modernos nas locadoras de automóveis e também disponíveis como táxi. Mas quem busca uma experiência diferente pode pegar carona nos cocotáxi, um triciclo em formato de coco que transporta turistas pelas ruas da capital. Na Habana Vieja (Havana Velha) há também os divertidos bicitáxi, triciclos movidos à tração humana. As corridas nesses veículos, de curta distância pelo centro velho, custam entre R$ 2 e R$ 6.
Bendita ou maldita "libreta"
Embora a maioria dos cubanos fique apavorada com a ideia de extinção da caderneta de abastecimento, há quem defenda o seu fim. Com a chamada "libreta", todos os chefes de família têm direito a retirar gratuitamente em postos do Estado uma cota de gêneros de primeira necessidade como pão, leite em pó, açúcar, arroz, óleo, absorventes íntimos, creme dental e sabonete. A quantidade não dá para mais de 15 dias, dizem, mas ajuda a complementar o orçamento familiar. A reclamação é geral, mas é a caderneta que garante ao país não ter pessoas desnutridas.
Relíquias ianques
Antes da revolução de 1959, as ruas das cidades cubanas estavam tomadas por carros norte-americanos. Cuba era um dos maiores importadores de automóveis dos EUA. Hoje, os carrões "ianques" são relíquias. Mas continuam nas ruas. Em Havana, modelos como Oldsmobile, Chevrolet Bel-air, Plymouth, Dodge e Cadillac "rabo-de-peixe", produzidos entre 1920 e 1950, servem de táxi-lotação. Uma corrida custa 10 pesos cubanos, o equivalente a R$ 0,80. Cada carro leva até cinco passageiros.
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