La Paz - O presidente Evo Morales deu prazo máximo de três meses para que a DEA, a agência antidrogas norte-americana, deixe a Bolívia. No sábado, La Paz havia anunciado a suspensão das atividades da agência no país, acusando seus agentes de conspirar contra o governo e de financiar atividades da oposição.
"A nota formal que ratifica a solicitação do presidente de que a DEA abandone o país já foi entregue, afirmou o chanceler David Choquehuanca. Segundo ele, esse prazo está previsto no próprio convênio assinado com os EUA para o caso de que uma das partes decida cancelar o acordo.
O governo informou ainda que todos os ativos da DEA, incluindo armamento, equipamentos e veículos, passarão para as mãos do Estado boliviano.
O vice-ministro da Defesa, Felipe Cárceres, que é o principal responsável pela luta anti-drogas no país, disse que já foi feito um levantamento de ao menos 200 veículos da agência.



