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Líder do Hamas na Faixa de Gaza, Yahya Sinwar, durante sua visita à fronteira de Rafah, entre o Egito e o enclave, em julho de 2017
Líder do Hamas na Faixa de Gaza, Yahya Sinwar, durante sua visita à fronteira de Rafah, entre o Egito e o enclave, em julho de 2017| Foto: EPA/STRINGER

Um relatório divulgado pelo jornal americano New York Times, nesta semana, denunciou que o Hamas possui uma ordem permanente para seus membros atirarem nos reféns mantidos em cativeiro caso considerem que as Forças de Defesa estão se aproximando dos esconderijos na Faixa de Gaza.

De acordo com autoridades israelense citadas pela reportagem, “se eles [terroristas] acham que as forças israelenses estão chegando, a primeira coisa que devem fazer é atirar nos cativos”.

Israel afirma que essa ordem é mascarada por alegações falsas do grupo terrorista, que apontam o próprio Exército como culpado pelas mortes dos reféns devido a ataques aéreos.

As operações simultâneas que aconteceram durante o final de semana, resultando no resgate de quatro cativos, foram realizadas em meio a uma preocupação das Forças de Defesa de que o Hamas pudesse assassinar os reféns após identificar a missão militar.

O relatório também destaca os esforços de inteligência para identificação de padrões que possam ajudar a determinar o momento certo para possíveis operações de resgate de reféns, como “tentar saber quanto tempo o Hamas mantém as pessoas num local antes de transferi-las para outro esconderijo”.

A inteligência israelense trabalha com a hipótese de que um grupo de reféns esteja detido perto de Yahya Sinwar, o líder do Hamas em Gaza, servindo como escudo humano e tornando complexa uma operação para Israel atacá-lo.

O governo de Netanyahu estima que 116 reféns raptados em 7 de Outubro permanecem em Gaza – embora dezenas sejam considerados mortos.

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