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No início de uma ofensiva em resposta ao ataque frustrado nos EUA por um terrorista treinado no Iêmen, forças de segurança iemenitas invadiram um esconderijo da Al-Qaeda no oeste do país e prenderam uma pessoa, ontem. A operação começou enquanto os EUA preparam uma expansão da cooperação militar e de inteligência com o governo local.

O objetivo das ações é desbaratar e esmagar o braço iemenita da rede, conhecido como Al-Qaeda na península Árabe, acusado de treinar o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, que tentou explodir um voo americano que ia de Amsterdã para Detroit na última sexta.

A invasão provocou uma batalha com supostos membros do grupo na Província de Hudayah, que acabaram fugindo. O dono da casa onde ficava o esconderijo foi detido.

A nova ação reforça uma iniciativa já em curso – autoridades locais afirmam ter matado mais de 60 supostos membros do grupo entre os dias 17 e 24.

O porta-voz do Pentágono Bryan Whitman negou relatos sobre ataques retaliatórios diretos dos EUA no país árabe, o que chamou de "exagero enorme". Ele confirmou apenas planos de aumento da cooperação militar.

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