O Irã admitiu publicamente pela primeira vez, neste domingo (16), que enviou membros da "Força Qods" dos Guardiões da Revolução para a Síria, para ajudar o regime de Bashar al-Assad frente à revolta, e para o Líbano. O país indicou, no entanto, que seriam apenas "conselheiros".

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"Certo número de membros da Força Qods está presente na Síria e no Líbano", declarou o general Mohamad Alí Jafari, comandante dos Guardiões da Revolução (Pasdaran), a guarda do regime iraniano.

"Mas isso não quer dizer que tenhamos uma presença militar nesses países. Proporcionamos a eles conselhos e compartilhamos com eles nossa experiência", acrescentou o general Jafari, em uma coletiva de imprensa. Ele não especificou sobre o que se tratavam esses "conselhos".

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