As Forças Armadas de Israel (IDF) atingiram dezenas de lançadores de foguetes do Hezbollah e um centro de comando operacional do Hamas localizado no sul do Líbano, neste sábado (22). O ataque foi uma resposta a um lançamento de foguetes em direção a Metulla, localizada no norte de Israel.
"Em resposta aos foguetes disparados contra Israel esta manhã, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, instruíram as Forças de Defesa de Israel (FDI) a agirem com força contra dezenas de alvos terroristas no Líbano", disse em um comunicado o escritório do premiê.
O comando das Forças Armadas considerou o ato “uma verdadeira violação flagrante do entendimento entre Israel e Líbano, além de ser uma ameaça direta aos cidadãos do Estado de Israel”. Ainda em comunicado, as IDF chamou atenção de que “o Estado do Líbano tem a responsabilidade de manter o acordo”.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, em declaração afirmou a intolerância desses ataques. . "Não toleraremos ataques às comunidades da Galileia do Líbano. Nosso compromisso com a segurança delas permanece firme — é exatamente isso que será", disse Katz. Ele também apontou que "Metulla e Beirute serão tratadas da mesma forma”. Em paralelo ao pronunciamento do ministro da defesa, Benjamim Netanyahu indicou que "o exército está preparado para qualquer ordem".
De acordo com informações da agência de notícias EFE, nenhum grupo, incluindo o Hezbollah, assumiu a responsabilidade pelo ataque feito em Israel. Ainda segundo a agência, o ataque acontece em meio à crescente pressão aérea sobre Israel, com disparos de foguetes por parte dos houthis do Iêmen, bem como alguns disparos de foguetes da Faixa de Gaza e, agora, do Líbano.
A EFE também confirma que embora a autoria e a motivação do ataque libanês ainda não tenham sido confirmadas, os relatos restantes são de que Israel rompeu o cessar-fogo na Faixa de Gaza com uma intensa onda de bombardeios.
Espiral do silêncio entre juristas facilita caminho para abusos do STF
Moraes mandou inquérito contra Kassab voltar ao STF após Bolsonaro anunciar apoio do PSD à anistia
CNJ consagra a farra dos penduricalhos no Judiciário
Republicanos sofre pressões interna e externa para apoiar anistia aos presos do 8/1