Soldados israelenses patrulham ao longo da fronteira com a Faixa de Gaza| Foto: ABIR SULTAN / EFE / EPA
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As Forças de Defesa israelenses (FDI) confirmaram nesta quinta-feira (27) que o porta-voz do Hamas, Abdul Latif al-Qanou, foi morto em um ataque aéreo no norte da Faixa de Gaza.

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“Durante anos, Qanou foi um dos principais porta-vozes do Hamas, espalhando mentiras, incitando atividades terroristas e promovendo a agenda da organização terrorista, que pede a destruição do Estado de Israel”, diz a declaração conjunta dos militares e do Shin Bet, a agência de segurança interna do país.

O Hamas também confirmou a morte do membro do grupo, dizendo que "os ataques da ocupação contra os líderes e porta-vozes do movimento não quebrarão nossa vontade, mas fortalecerão nossa determinação de continuar o caminho até a libertação da terra e dos locais sagrados".

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Porta-voz do Hamas, Abdul Latif al-Qanou, morto em ataque israelense em Gaza. Foto: Reprodução/X/@FDI

Nesta quinta-feira, um alto diplomata árabe disse ao The Times of Israel que o Catar apresentou ao Hamas uma nova proposta dos EUA para restaurar o cessar-fogo em Gaza por meio da libertação do refém americano-israelense Edan Alexander.

O diplomata afirmou que, em troca, o presidente Donald Trump emitiria uma declaração pedindo calma em Gaza e a retomada das negociações para um cessar-fogo permanente. No entanto, a fonte acredita que o Hamas não aceitará a sugestão e pediria algo "mais substancial" de Washington.

Hezbollah volta a atacar Israel

Nesta sexta-feira, Israel anunciou ataques direcionados contra o Hezbollah, no Líbano, após ser alvo de foguetes, nesta manhã.

As FDI emitiram um alerta de evacuação para prédios em Beirute, o primeiro desde o cessar-fogo de novembro. Os militares informaram que passariam mais informações ao longo do dia sobre as operações.

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