Atualizado em 05/12/2006 às 20h11
O governo de Israel ofereceu a libertação de mil prisioneiros palestinos em troca do soldado israelense Gilad Shalit, seqüestrado há mais de cinco meses por comandos extremistas de uma base militar na Faixa de Gaza, informou nesta terça-feira o jornal "Haaretz", de Jerusalém.
"Aceitamos libertar várias centenas, incluindo mulheres e menores de idade", disse uma fonte de primeiro escalão, acrescentando que detentos que estão encarcerados há vários anos também podem ganhar a liberdade. "O número de presos que estamos dispostos a soltar gira em torno de mil".
Os prisioneiros seriam libertados em etapas, informou a fonte.
A palavra final sobre uma possível troca pertence ao líder máximo do Hamas, Khaled Mishal, que vive exilado em Damasco, na Síria.
A proposta israelense, diz o "Haaretz", foi feita ao chefe do Serviço de Segurança do Egito, Omar Suleiman, que atua como mediador e que, na semana passada, teve uma reunião com o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert e o ministro da Defesa, Amir Peretz.
Agro americano diz que Brasil é quem ganha na “guerra” de Trump contra a China
Como será o julgamento que decide se Bolsonaro vira réu por tentativa de golpe
Suplicy quer espaço público para uso de crack; abordagem fracassou no Canadá, nos EUA e em Portugal
Trump invocará lei de 1798 para acelerar deportações de imigrantes nos EUA