O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, criticou o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, por reiterar sua negação do Holocausto, classificando-o como uma desgraça para o Irã.
Em comunicado, Steinmeier disse: "As declarações de hoje do presidente iraniano são inaceitáveis. Suas tiradas intoleráveis fazem dele uma desgraça para seu país. Esse antissemitismo absoluto exige nossa rejeição coletiva. Vamos continuar a combater essa postura firmemente no futuro."
A ênfase da condenação de Steinmeier não tem precedentes.
Negar o Holocausto é um crime na Alemanha, punível com até cinco anos de prisão. O país tem sido um crítico particularmente veemente da negação do Holocausto da parte do presidente iraniano.
O presidente Ahmadinejad confrontou Israel nesta sexta-feira e chamou o Holocausto de mentira, no momento em que as potências mundiais tentar decidir como lidar com as ambições nucleares de um Irã mergulhado em uma turbulência política.
"O pretexto (Holocausto) para a criação do regime sionista é falso, é uma mentira baseada em uma alegação insustentável e mítica", disse ele na Universidade de Teerã ao final de uma passeata anual anti-Israel chamada "Dia Qods (Jerusalém)"
"Confrontar o regime sionista é uma tarefa nacional e religiosa".
Boicote do agro ameaça abastecimento do Carrefour; bares e restaurantes aderem ao protesto
Cidade dos ricos visitada por Elon Musk no Brasil aposta em locações residenciais
Doações dos EUA para o Fundo Amazônia frustram expectativas e afetam política ambiental de Lula
Painéis solares no telhado: distribuidoras recusam conexão de 25% dos novos sistemas