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A Comissão de Investigação da ONU sobre as violações dos direitos humanos na Síria denunciou o uso dos cercos e da fome como estratégia de guerra pelo regime de Bashar Assad, na mais recente atualização do relatório divulgada ontem. "Mais de 250 mil pessoas estão submetidas a um cerco na Síria, regularmente bombardeadas pela artilharia e a aviação. Estão privadas de ajuda humanitária, de alimentos, de cuidados médicos e devem escolher entre a fome a rendição", afirma o sétimo relatório da comissão, presidida pelo diplomata brasileiro Paulo Sergio Pinheiro. "O governo utiliza a técnica do cerco, instrumentalizando as necessidades fundamentais de água, comida, refúgio e cuidados médicos como elementos de sua estratégia", diz o texto.
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