Bogotá (AFP) Porfirio Ramírez, o portador de deficiência física que, junto com o filho, seqüestrou na segunda feita um avião com 25 pessoas no sul da Colômbia, não aceitou as acusações de seqüestro, desvio ilegal de aeronave e porte ilegal de armas apresentadas contra ele pela promotoria do país. Segundo Ramírez, ele jamais foi informado que estava sendo preso quando saiu do avião. "Disseram que eu ia falar com o ministro da Defesa (Camilo Ospina) e com o presidente (da República, Alvaro Uribe), e foi aí que me capturaram", contou Ramírez ao juiz que o interrogou.
A Justiça também negou a Ramírez o benefício da prisão domiciliar solicitada pela defesa, alegando a incapacidade física do seqüestrador. Na segunda-feira, Ramírez, 49 anos, e seu filho, de 17, desesperados pelo não pagamento de uma indenização por parte do governo, seqüestraram o aparelho da companhia colombiana Aires pouco antes de partir de Florência, capital do departamento de Caquetá (sul), com destino à cidade de Neiva. Quatro horas mais tarde, os dois puseram fim ao seqüestro e deixaram o avião em um veículo do corpo de bombeiros.
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