Uma em cada seis espécies de plantas e animais serão extintas se os líderes mundiais não adotarem medidas contra as mudanças climáticas, aponta estudo publicado no jornal britânico “The Guardian”. A América do Sul será uma das regiões com mais perdas.
A notícia alarmante surge alguns meses antes da reunião de 200 líderes mundiais em Paris (França) para discutir temas como a redução de emissão de gás carbônico.
Para os ambientalistas, estas extinções causariam uma tragédia que afetaria humanos e ecossistema. América do Sul, Austrália e Nova Zelândia seriam as regiões mais atingidas devido ao grande número de espécies que possuem, destaca a publicação.
O estudo leva em conta o aquecimento global, aliado ao desmatamento, poluição e efeitos das pescas ilegais registrados nos últimos 40 anos.
Segundo os cientistas, ainda que a reunião de Paris defina metas para que o aquecimento global não ultrapasse 2 graus C – considerado por muitos um nível seguro --, uma em cada 20 espécies estaria em risco. Se o aquecimento chegar a 4 graus, o que pode acontecer até o fim do século, uma em cada seis espécies podem desaparecer.
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