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Após os presentes de Natal da Receita, ainda falta o Ano Novo e os adversários de Bolsonaro

Ainda falta o Ano Novo: os novos e velhos adversários de Bolsonaro
Ainda falta o Ano Novo: novos e velhos adversários de Bolsonaro que devem "emergir" ao longo dos próximos anos. (Foto: Daniel Castellano / Gazeta do Povo)
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Para começar. Antes do Natal, a Receita Federal distribuiu mais presentes que o “bom velhinho” em 2019. Órgãos públicos recebem todo tipo de produto em doações da Receita. E ainda falta o Ano Novo: será que vem mais? O jornalista Lúcio Vaz “abriu a caixa de Pandora”: lá estavam presentes especiais como cuecas, bebidas e até skates elétricos doados à Marinha.

Principal adversário. Uma pesquisa encomendada pela Gazeta do Povo ao Instituto Paraná Pesquisas revela os principais adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro até as eleições de 2022. Além do nome óbvio de Lula, outros personagens aparecem fortes na lista. Confira!

Entrevista exclusiva. Em seu blog A Protagonista, na Gazeta do Povo, Madeleine Lascko entrevistou a deputada mais votada do Brasil: Janaina Paschoal (PSL-SP). Ela falou sobre o governo estadual, federal, outros estados (além do dela) e sobre o presidente Jair Bolsonaro. E garante: apesar da fama de durona, não é tão brava quanto parece. Veja em texto e vídeo!

Orçamento. Embora o governo Bolsonaro tenha reforçado a austeridade em 2019, quatro das 28 funções orçamentárias tiveram aumento de despesa neste ano. Um levantamento das nossas jornalistas Giulia Fontes e Rosana Felix mostram quais áreas “tiraram a sorte grande”. Confira os gastos públicos todas as funções orçamentárias.

Ainda falta o ano novo, mas também...

Ainda falta o ano novo, mas enquanto 2020 não chega temos aqui o mais importante de ontem (26) no Brasil:

Nossa visão

No novo Editorial da Gazeta do Povo, debatemos a Guerra na Síria. Já são oito anos de conflito e o povo sírio ainda sofre com as batalhas. Leia o texto na íntegra e confira um trecho:

O governo russo acredita que negar comida às pessoas que ainda resistem ao regime de Assad é uma maneira eficaz de ajudá-lo. Contudo quem acaba por sofrer as piores consequências são os civis que sentem a falta de alimentos e de medicamentos.

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