Falar em modificações nas regras da caderneta de poupança é assunto sensível e explosivo, sobretudo em razão do bloqueio das contas feitas em 1990 pelo presidente Fernando Collor. A simples menção de que o governo está pensando em alterar a fórmula de calcular o rendimento das cadernetas gerou nervosismo e abriu espaço para boatos. Todavia, o Brasil saiu da fase dos pacotes e calotes, e a segurança da caderneta de poupança é certa e definitiva. Para a grande maioria da população, a segurança é ainda maior, já que há garantia para depósitos de até R$ 20 mil, o que é um seguro para o aplicador, mesmo que o banco venha a falir. O problema que incomoda o governo é o fato de o Brasil ter entrado em fase de queda na taxa de juros, o que pode levar a caderneta de poupança a oferecer rendimento maior dos que os títulos públicos, obrigando a modificações no cálculo dos juros da caderneta. Disso talvez não consigamos escapar. Mas uma coisa é certa: a estabilidade institucional construída nos últimos anos nos dá a certeza de que a poupança continuará segura.
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