A CCR e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) firmaram, no dia 20 de outubro, o contrato de concessão dos aeroportos do bloco Sul, arrematado em leilão em abril último. O bloco inclui quatro terminais do Paraná (Afonso Pena, Bacacheri, Londrina e Foz do Iguaçu). A informação foi divulgada em fato relevante publicado no site da CCR.
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A Anac confirmou que haverá uma cerimônia de assinatura do contrato no início de novembro, sem precisar a data. Desde o leilão até agora, foram tratados dos trâmites burocráticos que antecedem a transferência efetiva da gestão para a iniciativa privada. A assinatura do contrato marca o início da fase de transição, quando Infraero e CCR seguem juntas na gestão dos aeroportos.
Essa fase não tem data certa para acabar, mas a previsão é que dure pelo menos até final do ano. A expectativa da concessionária é assumir a operação dos aeroportos a partir do primeiro trimestre de 2022, quando a Infraero se afasta e a CCR assume integralmente a gestão.
Nos últimos meses, a CCR já deu início ao processo de contratação dos colaboradores que irão atuar nos aeroportos. Paralelamente, a Infraero seguiu com o Programa de Demissão Voluntária (PDV), pago integralmente pela concessionária, conforme previsto no edital de concessão. Alguns ex-colaboradores da Infraero participaram do processo de seleção da CCR e parte está sendo contratada.
Obras começam em 2022
As obras previstas no edital de concessão devem começar no primeiro trimestre de 2022. No caso do aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba, a prioridade é a construção da terceira pista, que vai viabilizar pousos e decolagem de aeronaves de grande porte e voos internacionais.
O terminal de Foz do Iguaçu também ganhará mais uma pista e a ampliação do terminal de passageiros. Para o aeroporto de Londrina está prevista a ampliação da pista e a construção de um novo terminal de passageiros.
O aeroporto Bacacheri, o menor do bloco Sul, localizado no bairro de mesmo nome em Curitiba, receberá adequações na pista de decolagem e ampliação do pátio de aeronaves, mas se manterá exclusivamente na aviação geral, sem receber voos regulares de passageiros, apenas pequenas e médias aeronaves executivas.
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