
A prefeitura de Curitiba está modernizando a gestão das informações sobre cadastro imobiliário por meio de ferramentas de geoprocessamento. Está em curso um amplo mapeamento aeroespacial que vai detalhar toda a cidade: são 160 itens que estão sendo levantados, desde ruas, calçadas, ciclovias e edificações até pontos de ônibus, torres, rios, vegetação e piscinas. Conforme foi noticiado pela prefeitura, tudo que “existe” em Curitiba será identificado.
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O mapeamento também será usado para melhorar a arrecadação de Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU) na cidade. Várias áreas terão acesso aos dados: Finanças, Urbanismo, Saúde e o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). O banco de dados também estará disponível para a população.
O investimento de R$ 25,9 milhões faz parte do Programa de Modernização da Administração Tributária e da Gestão dos Setores Sociais Básicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os serviços estão sendo executados pelo Consórcio Curitibatech, formado pelas empresas Esteio, Engefoto e Senografia, de Curitiba, e Hiparc, de Vitória (ES), vencedor da licitação lançada em 2018.
O trabalho está sendo coordenado pelo Ippuc e prevê o levantamento de imagens em três dimensões de toda a cidade feito as partir de uma aeronave, em uma área de 435 quilômetros quadrados. Segundo a prefeitura, a escolha de aviões em vez de drones permitiu o mapeamento ostensivo de áreas maiores com mais qualidade e agilidade.
O contrato foi assinado em abril e desde então aeronaves de pequeno porte fazem sobrevoos pela cidade, a uma altura de 770 metros. Além das fotos, foram feitas modelagens a laser. Conforme explicação do coordenador de Pesquisa do Ippuc, Oscar Schmeiske em texto publicado pela prefeitura, essa tecnologia permite detalhar informações da superfície: “É como se jogássemos um lençol sobre a cidade para podermos identificar uma edificação ou a área verde de uma região”.
Segundo ele, as possibilidades para a administração pública são enormes. Será possível fazer simulações, comparar antes e depois, verificar o fluxo do vento, a insolação nos imóveis e estudar o uso de energia solar e eólica, por exemplo.
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