Uma série de formalidades deu início oficial ao processo de desestatização da Ferroeste, linha férrea operada pelo governo do Paraná, na ligação entre Cascavel e Guarapuava. O trecho ferroviário foi incluído, no início do mês, no Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), o que significa que o governo federal vai auxiliar o estado a elaborar o projeto técnico para oferecer a ferrovia para a iniciativa privada. A formalização, com o aceite pelo conselho do PPI, foi publicada nesta quinta-feira (25) no Diário Oficial. Ainda depende do aval da presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
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A partir disso, a estimativa é de que o estudo de viabilidade e de aspectos ambientais leve um ano. Caso tudo saia dentro dos prazos, o leilão da ferrovia seria feito, na Bolsa de Valores de São Paulo, no final de 2021. A Gazeta do Povo já mostrou a intenção do governo estadual de privatizar a Ferroeste. A administração da linha férrea teve o primeiro resultado financeiramente positivo em três décadas. Parte desse aproveitamento vem de uma parceria fechada com a empresa Rumo, responsável pelo trecho entre Guarapuava e Paranaguá. Os ajustes permitiram fechar mais contratos, prestando mais serviços de transporte.
O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex de Oliveira, comemorou a proposta de inclusão da Ferroeste no PPI. “Nós nos deparamos com uma empresa 30 anos deficitária. No primeiro ano conseguimos tirá-la do vermelho, com decisões de gestões. Entramos nos trilhos. Mas encaminhar esse projeto será um desafio gigante”, comentou.
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