O velório de um rapaz em plena rua, em Colombo, chocou a população do Paraná. Assassinado durante um assalto, o garoto Carlos, de 18 anos, foi velado pela família no asfalto, durante as mais de 13 horas que o Instuto Médico Legal (IML levou para chegar ao local.
Sem infraestrutura, sem gente e sem condições de fazer um bom trabalho, o IML e a Criminalística muitas vezes deixam a população na mão. E isso faz parte de uma crise maior da segurança pública no estado.
Presídios superlotados, policiais que viram carcereiros para cuidar de celas em delegacias, presos defecando em marmitas, tudo isso contribui para criar um cenário caótico no estado - que se reflete em domínio de facções criminosas nas cadeias e insegurança para a população.
Na edição número 14 do podcast Pequeno Expediente, os jornalistas Rogerio Galindo e Felippe Aníbal tratam do tema e tentam apontar algumas soluções.
Segundo eles, embora não se possa concentrar a culpa apenas no atual governo do estado, já que os problemas são antigos, a demora na resolução de problemas e na inauguração de presídios acaba perpetuando uma situação que traz dificuldades para a polícia e para a população em geral.
O podcast, de atualização semanal, pode ser ouvido sempre no site da Gazeta do Povo e também nos aplicativos de Android e iPhone.
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