Como se estivesse numa partida de bolinha de gude, em que alguém grita “scapis!” após errar uma jogada, o ministro Alexandre de Moraes do STF, mandou arquivar investigação contra um grupo de empresários que criticavam Lula e o STF em conversas privadas de WhatsApp.
O problema é que levou um ano para Moraes se dar conta do equívoco de interpretar conversas privadas inconsequentes como orquestração golpista.
O inquérito tinha sido aberto por iniciativa do próprio Moraes, que arrogou para si o papel de vítima, investigador e juiz da causa. Conclusão do ministro: continuar a investigação criminal, sem provas, seria um “constrangimento injusto e grave para com os empresários”. Ou seja, um ano depois, veio o grito de “Scapis!”. Sem nenhum pedido de desculpas ou reparo à reputação dos investigados.
O ministro deveria aprender, também com o jogo de bolinha de gude, que não dá para ficar falando “scapis”, nem “jeitis” ou “limps tudo” a toda hora. O outro lado também tem o direito de dizer “donadis”, ou seja, “não dou nada”, para se defender dessas artimanhas.
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