Por sermos indivíduos complexos e distintos reagimos de maneiras diversas ao contexto em que estamos inseridos. Assim, em uma família de empresários poderá haver um adolescente socialista, da mesma forma que em um ambiente de pobreza extrema também surja um militante coletivista que faça a relação de causa e efeito entre a sua atual situação financeira e a existência de “ricos” “gananciosos” e “usurpadores”. ( Leia também: “Sim! Socialismo tem cura!” )
Felizmente, o fato de desejarmos sair de uma situação de menos conforto para uma situação mais confortável também influência nosso posicionamento diante das adversidades. Não é atoa que existam inúmeros casos de pessoas que passaram necessidades financeiras na infância e utilizaram a saída da pobreza como motivação para iniciativas empreendedoras e com o potencial de transformar toda a sua comunidade. O papel protagonista das think tanks e organizações liberais se torna fundamental nesse processo. É de extrema importância que o liberalismo e a defesa do livre mercado, da propriedade privada e da diminuição na intervenção estatal sejam amplamente difundidos entre os jovens. Ao acreditar no seu potencial transformador o jovem adquire autoconfiança para agir localmente e fazer com que suas ações tenham impactos globais em termos de desenvolvimento e prosperidade. Ao entender que a relação amorosa com o socialismo está fadada ao fracasso, o jovem irá perceber que o empreendedor é o verdadeiro revolucionário.